Suicidal
I was made of bronken parts
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nonsentitaabbastanza:

Foto di mani intrecciate richieste dall’anonimo. Sono quelle che ho ❤️

Talvez seja mais como você falou antes, rachaduras em todos nós. Como se cada um tivesse começado como um navio inteiramente à prova d’água. Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… e nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável. Quando começa a chover dentro do Osprey, ele nunca vai voltar a ser o que era. Mas ainda há um tempo entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros, porque vemos além de nós mesmos, através de nossas rachaduras, e vemos dentro dos outros através das rachaduras deles. Quando foi que nos olhamos cara a cara? Não até que você tivesse visto através das minhas rachaduras, e eu, das suas. Antes disso, estávamos apenas observando a ideia que fazíamos um do outro, tipo olhando para sua persiana sem nunca enxergar o quarto lá dentro. Mas, uma vez que o navio se racha, a luz consegue entrar. E a luz consegue sair.”
Cidades de papel (via sintetiz4r)
É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.”
Cidades de papel. (via t-h-e-b-o-o-k-s)

caughtupinbooks:

- Paper Towns

strangerbedfellows:

An old John Green book based series I did about a year ago. Great books have such great quotes…

bandomatic:

favorite book: paper towns by john green

At some point, you gotta stop looking up at the sky, or one of these days you’ll look back down and see that you floated away, too.